quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Das prendas de Natal

Aviso à família e amigos

E como há quem já ande nestas andanças das prendas, eu reitero o pedido que faço todos os anos: não queremos brinquedos. Tenho caixotes de brinquedos no sotão para dar. MUITOS! Dispensamos mais. Porque elas não precisam... Se querem dar prendas ofereçam livros. E como a colecção cá em casa já é extensa, deixo aqui algumas sugestões:

Da editora Kalandraca:

Ainda Nada?
Onde perdeu a Lua o riso?
Os de cima e os de baixo

Da editora OQO

Petra
O dia em que a mãe ficou com cara de chaleira

Da editora Caminho

Vamos à caça do urso
Elmer e a cobra


E os livros tanto dão para a Madalena como para a Mariana pois uma biblioteca é algo que se constrói com e para o tempo. E são os livros que fazem sempre parte do dia delas. Os brinquedos podem variar mas há sempre um livro para contar, para levar para a escola... Por isso, se querem dar algo que está sempre presente nas suas vidas e que não corre o risco de ir parar ao sotão, já sabem... ofereçam palavras.

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Números redondos


E as minhas princesas estão de parabéns. A Mariana fez no dia 15, 3 anos e meio e a Madalena faz hoje 1 ano e meio. Nós aqui estamos, deliciados a vê-las crescer. A pensar como tudo passa tão rápido. Não restam dúvidas que este projecto é o melhor das nossas vidas. Por muitas voltas que os dias levem, por muito cansados que possamos estar, ver aqueles seres pequeninos a olhar para nós com adoração, a precisar de nós tanto como de respirar, a crescer ao sabor das suas experiências, a criar laços com o mundo... é arrebatador. Fazem com que tudo tenha sentido. E como eu as adoro.

Nota: e está também de parabéns a minha sogra... Parabéns!

domingo, 15 de Novembro de 2009

Soltas copiadas do Facebook

1.Já há muito tempo que não passava um dia inteiro em casa... assim amiúde sabe muito bem, especialmente se está vento e chuva lá fora

2. A minha filha Mariana tem o mesmo tipo de atracção pelo filme do Nemo que eu tenho pelo Shinning... Pela-se por o ver mas está sempre: «Oh Mãe, eu tenho muito medo, o nemo vai ser apanhado por um pescador...»

3. Das 3 uma: ou compro um mini aspirador, ou compro um presépio de pano, ou arrumo o meu presépio de musgo...

4. Eu a explicar à catraia mais velha o significado da música «Feed the world» que passava no leitor de cds: «esta música fala que é importante as pessoas que têm dinheiro darem comida às pessoas que não têm para que nunca tenham fome». Ela: «mas nós não temos morangos nem uvas, quem é que nos vai dar?»... Lá tenho de lhe explicar o que são frutas de época. Com sorte não me coloca outra questão complicada...

5. A Madalena cada vez que me vê com a máquina fotográfica diz de imediato BATATA!


Acho que ando a escrever mais lá do que aqui... LOL

sábado, 14 de Novembro de 2009

É Natal


Hoje...

O peddy paper

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A educadora e auxiliares da sala da Mariana (e mais umas amigas da escolinha) organizaram um peddy paper para os pais e filhos participarem na manhã de hoje. Cada um devia levar uma comidinha para a partilha no final do exercício. Devíamos ir com a mente aberta mas certos de que íamos suar. O sitio escolhido foi maravilhoso e permitiu imagens que sempre nos ficam gravadas na memória. A nossa equipa era a verde e era composta por 3 famílias. Acho que não podia ter tido como companheiros melhores pessoas. Adorei conhecê-los. Os pequenos divertiram-se imenso e a Madalena portou-se à altura no sling. Chegámos ao fim cansaditos mas com uma enorme alegria. A isto se chama viver a escola. Que bom que assim é.

Para não esquecer (por ordem cronológica):

Prova 1: Corrida de cavalos em obstáculos (pai a carregar com a pisca às costas numa subida... UFA!)
Prova 2: Subir à torre mais alta do castelo e responder a algumas perguntas sobre o concelho
Prova 3: Dançar uma música medieval...
Prova 4: Vestir adereços aos pequenos e fazer uma foto de grupo
Prova 5: Encontrar alguns dos sabores típicos da zona (que o dragão escondeu na floresta)
Prova 6: Elaborar uma história e um cenário (em 15 minutos) em que deviam estar incluídas algumas palavras. Modéstia à parte, a nossa história ficou muitoooooooooo gira!

Valeu! Venham mais actividades destas.

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

A minha vizinha pediatra

Madalena no meio de uma birra tola (nem estava descontrolada nem lá para o pé...) pois tinha deixado cair o pau de canela (do meu café) e eu o deitei fora dando-lhe outro novo (que ela recusou e atirou para o chão).
Vem a senhora do café muito preocupada a pegar na criatura pequena alegando: «Não pode deixar a menina chorar tanto! Não sabe que pode ficar com epilepsia assim?». Eu, capaz de me lançar ao chão a chorar de rir só disse: «Ai não me diga uma coisa dessas que assim estou tramada...». Enfim! Há cada ideia mais maluca por ai.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Mãe, vou casar...

...é só o que falta! O antecedente já aconteceu... HOJE!

«- Pai, sabes que eu tenho um namorado? É o Tomé.
Ele, depois da síncope: Ai é? E o que fazem?
-Damos beijinhos nas bochechas e damos as mãos nos passeios...»


E eu não estava presente para ver o melão com que o Rui ficou. Ele que sempre diz que põe as filhas num convento até aos 18 anos. Que ameaça sair com elas à noite.
Mas o Tomé é de facto uma referência. É um miúdo muito querido da sala dela, está claro. Um dia destes estava ela aflita para ir à casa de banho e nem passou pela sala pela manhã. Deixei-a na sanita e fui colocar a mochila dela no cabide. Ele viu-me mas não a viu. Pediu à educadora e foi esperá-la na casa de banho. Um senhor digo eu!! Depois cumprimentaram-se de beijinho na boca à minha frente. Eu achei um piadão mas logo disse: «AH! Não é na boca, é na bochecha... ai a história dos micróbios como é??»... E agora isto... Estamos feitos. Já tive de criar um marcador com o nome do Tomé just in case... LOL

Xô bicho mau

E a tia M.R está «livre» de um bicharoco mau que a desgastou nos últimos meses. Passou de certeza momentos muito complicados mas sempre manteve o sorriso na cara e uma palavra amiga ao telefone. Por isso acredito que coisas boas podem sempre acontecer. Uma beijoca grande. Adorei o telefonema da boa noticia ontem à noite.

Agora andamos com esta música


Era uma velha que vivia numa ilha





Era uma velha que vivia numa ilha.
E tinha um gato com olhos cor de ervilha.
Mas esse gato gato era muito lambareiro.
Andava sempre, andava sempre ao cheiro.
Mas certo dia sem a velha dar por isso.
Foi à cozinha e comeu o chouriço.
O homem chega, e chega p'ra jantar.
E vê a velha na cama a soluçar.
Mas oh mulher oh mulher o que foi isso.
Foi o nosso gato que roubou o chouriço.
O velho pega, e pega num cacete ...
E põe o gato a andar de rabanete.

domingo, 8 de Novembro de 2009

Festa de anos da bisavó

Foi hoje que se juntou a família para celebrar mais um aniversário da bisavó T.. Avós, tios, primos e pequenada da família juntaram-se num restaurante simpático junto à residência oficial do no PR, seguindo depois para a casa da prima S. e primo M.. Mais uma vez muito mimo para as pequenas, duas Kittys novas (que estão neste momento a dormir com a Mariana) e boa disposição. Um fim de semana cheio. Venha de lá então mais uma semana que as baterias estão carregadas.

Jantar de miúdas

E miúdas não inclui bebés de fraldas...Foi mesmo de mulheres feitas (e jeitosas que se fartam! LOL) na sexta à noite. Sem homens, sem a preocupação de encontrar uma mesa a jeito para sair caso algum puto berre, sem fraldas na mala e com poucas conversas sobre pirralhos. Teve sim uma boa sangria (fraquita mas boa), comida japonesa, muitas gargalhadas, boa disposição e vontade de repetir uma vez todos os meses. A quem não foi só posso dizer: «nem sabe o que perdeu...». Para o mês que vem há mais.

Visita da avó

E na 5.ª feira chegou a minha mãe para passar dois dias connosco. Ora isso significa extra mimo para as piolhas, libertação de tarefas culinárias aqui para os meus lados (pois trouxe duas refeições já confeccionadas!!!!), arrumações aos «buracos» da casa, ida ao cinema (a primeira em muitos anos para ver o «This is it») e uma tarde num shopping. Significa também sentir que sou a mulher mais badalhoca do mundo pois ela não resiste a apontar os pós/pêlos e afins que encontra... E ter de ouvir a coisa que mais me irrita ouvir no mundo: «Tu és uma stressada». Enfim... Mas as mães são todas assim não são?? LOL